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maio
15

Canadenses criam aparelho para escovar os dentes com a língua

Author Mateus Rodrigues    Category Curiosidades, Dicas, Geral     Tags

Não consegue imaginar como? Adel Elseri e Said Fayad têm a resposta. Os canadenses de 26 anos criaram um aparelho simples que permite que a pessoa escove os dentes sem usar as mãos. O dispositivo é para ser acoplado à língua. E é exatamente a língua que faz o trabalho das mãos, escovando os dentes.

O aparelho, que já vem com creme dental, é descartável. Ele foi batizado como T2T. Os inventores garantiram ao “Gazette”, de Montreal, que a engenhoca é mais higiênica que a escova tradicional.
aparelho para escovar os dentes com a língua
Fonte:o Globo

abr
29

Mau hálito pode ser causado por má higiene bucal e também por doenças

Author Mateus Rodrigues    Category Curiosidades, Dicas, Geral     Tags

O mau hálito é um problema que incomoda não só quem tem, mas também as pessoas ao redor. Dados mostram que de 15% a 28% das pessoas no mundo sofrem com o odor – no Brasil, são cerca de 40% da população.

Além da má higiene bucal e do acúmulo de restos de comida, que são as principais causas, existem diversas outras que precisam ser investigadas já que podem ser sinais de que algo não vai bem com o organismo.

O mau hálito é um sintoma como a febre e, por isso, merece atenção. O problema pode ser causado, por exemplo, por doenças do aparelho digestivo, como refluxo, esofagite e gastrite, diabetes, problemas intestinais, alterações no fígado, inflamação na garganta, sinusite, além de estresse, depressão e até falta de saliva.

halito

Porém, se o mau hálito vier pela manhã, logo que a pessoa acorda, geralmente não há problema. Segundo o dentista Gustavo Bastos, isso acontece porque, durante o sono, há uma diminuição natural da saliva, o que faz com que as bactérias da boca entrem em ação. Essa halitose matinal, na maioria dos casos, é resolvida com a ingestão de algum alimento ou ao escovar os dentes.

Nesse caso, quando o problema é oral, o tratamento é feito com o dentista, que pode realizar uma limpeza especializada ou remover alguma placa ou tártaro que o paciente tiver. Além disso, pode ser feita ainda uma raspagem ou limpeza gengival profunda ou também uma limpeza da língua.

Porém, de maneira geral, é importante sempre ter a orientação de fazer uma higiene correta da boca, dos dentes e também da língua, com o uso da pasta de dente e principalmente do fio dental, como alertou o dentista Gustavo Bastos. Ele acrescenta ainda o uso de enxaguantes bucais, que podem potencializar ainda mais a saúde dos dentes e da boca.

Existe também o mau hálito causado por doenças respiratórias provocadas, por exemplo, pelo cigarro. Muitas pessoas costumam dizer que fumam “só de vez em quando” ou “só quando bebem”, mas só isso já é suficiente para danificar os pulmões e deixar um cheiro forte na boca, como alertaram os médicos.

Além de ser prejudicial para a saúde de maneira geral, o cigarro afeta também os dentes, gengivas e tecidos bucais. O fumo pode causar também diminuição no fluxo salivar e outros problemas orais, como alterações teciduais, gengivite, cáries cervicais, mudança de paladar e também câncer.

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Vale lembrar ainda que, além do fumo, o excesso de álcool também é prejudicial para o hálito porque interfere no metabolismo do corpo e pode acumular substâncias no pulmão, que causam o odor desagradável.

Fora isso, o álcool também causa desidratação, reduz a quantidade de água no corpo e, consequentemente, a quantidade de saliva, também causa do mau hálito, como falado anteriormente

Existe também a saburra lingual, que é uma espécia de gosma branca ou amarelada que se deposita na língua, favorecendo a proliferação de bactérias causadoras do mau hálito. Sempre que houver essa característica na boca, é importante procurar um médico – não adianta apenas limpar porque a saburra continuará se formando.

Fonte: Bem Estar – G1

abr
26

Alimentos para ter dentes fortes

Author Mateus Rodrigues    Category Curiosidades, Dicas, Geral, Notícias     Tags

A comida tem muito a ver com a saúde dos dentes, se sua dieta for muito nutritiva e rica em vitaminas e principalmente cálcio, você vai notar uma melhora significativa em seus dentes, eles vão ficar muito mais brancos e fortes.

As melhores escolhas de alimentos para os nossos dentes são frango, queijo, nozes e leite, pois eles protegem o esmalte dos dentes e proporcionam muito cálcio e fósforo, que tornam os dentes mais fortes. Outros alimentos com um elevado teor de cálcio são as sementes de sésamo, legumes, verduras, brócolis, couve chinesa, tofu.

Naeo odontologia

Naeo odontologia

Outras ótimas opções são as frutas como, pêras e maçãs. Isso é porque eles têm um alto teor de água e fibras.

O aipo e a cebola, por exemplo, são poderosos antibacterianos. Além disso, alimentos com vitamina C, como kiwi e suco de laranja também são importantes, pois ajudam a manter o colagénio das gengivas e evitar infecções neles, e evite o consumo de café pois ele mancha muito os dentes.

As melhores opções de bebidas para ter dentes fortes são a água, leite, leite de soja e chá sem açucar. E se você não gosta de leite puro, misture com um pouco de cacau, isso vai ajudar a proteger as gengivas. Você também pode consumir iogurte sem açúcar, já que eles ainda têm grandes quantidades de cálcio, igualmente o leite.

Estes são alguns dos alimentos muito recomendados para que seus dentes fiquem sempre fortes. E tenha em mente que o consumo excessivo de açúcar, bebidas alcoólicas ou alimentos ácidos podem corroer os dentes por isso, evite-os.

E tenha em mente também que esses alimentos não são milagrosos, você deve consumí-los, mas deve também ter uma ótima higiene bucal e uma visita regular ao dentista.

set
10

Evite que crianças tenham medo de dentista!

Author Mateus Rodrigues    Category Dicas     Tags ,

Para evitar que seu filho seja um adulto inserido nessa população odontofóbica, basta ficar atento a algumas atitudes e começar o contato com o profissional o quanto antes

Ir ao dentista realmente é uma das obrigações da vida que a maioria das pessoas evitaria, se fosse possível. Afinal o cenário de agulhas, barulhos e uma pessoa de jaleco não é um dos mais atraentes e quase retrata a dor. Dentre inúmeras pesquisas que tentam quantificar quantos têm medo de ir ao dentista, os números giram em torno de 50%. Quando o assunto é a odontofobia – aqueles que não vão ao dentista de jeito nenhum por conta do medo – o número varia entre 15% s 20%.

O preocupante é que ao abdicar do tratamento dentário, a incidência de cáries e outras doenças bucais como periodontite e gengivite é nitidamente maior. Para evitar que seu filho seja um adulto inserido nessa população odontofóbica, basta ficar atento a algumas atitudes e começar o contato com o profissional o quanto antes.

As primeiras visitas devem ocorrer assim que os primeiros dentinhos nascerem. Dessa forma, o dentista ensinará aos pais como higienizá-los e preservá-los para que a criança tenha ambas as dentições saudáveis. O profissional também poderá criar o vínculo de afetividade com seu novo paciente, o que é primordial.

Para a dentista Luiza Ferrari Benetti, o ideal é que a ida ao consultório aconteça de forma natural, com muita conversa e espaço para dúvidas de toda a família. “Crianças não se sentem intimidadas ao visitarem o dentista naturalmente, mas é primordial que seus primeiros contatos não envolvam situações de urgências odontológicas, e sim consultas preventivas de introdução da higienização”, diz.

Dentista não é um monstro

Sem perceber os pais podem influenciar negativamente os filhos e desenvolver neles o medo de ir ao dentista. Uma criança que só vai ao consultório em emergências e momentos de dor, provavelmente não vá gostar da experiência, como ir ao hospital, por exemplo. Outra coisa importante é que os pais não usem a ida ao dentista como ameaça. “Não diga ao seu filho que se ele não escovar os dentes, vai levá-lo para que o dentista os arranque”, exemplifica Luiza.

Segundo a especialista, os odontopediatras estudam variadas técnicas de abordagem para cuidar da saúde dos pequenos, mas basicamente é necessário que a criança se sinta segura e demonstre simpatia pelo profissional. O importante é ensinar os pais e a criança que cuidar dos dentes é um ato básico de higiene e torná-lo prazeroso. “Isto pode ser feito com explicações lúdicas para que, mais que fazer o ato mecânico de higienizar os dentes, entenda o porquê e como deve fazer de forma correta”.

A cirurgiã-dentista Luciana Saraiva utiliza desenhos animados motivacionais que os pacientes podem assistir enquanto fazem o tratamento, além de DVDs com filmes infantis que o próprio paciente escolhe.

Não passe seu trauma para frente

O comportamento da criança quase sempre é reflexo dos sentimentos dos pais diante do profissional, portanto se o adulto tem dificuldade de se sentir à vontade com um dentista esse trauma deve ser trabalhado e resolvido. Luciana Saraiva alerta que os pais devem evitar comentários sobre experiências de medos e traumas na frente das crianças para não influenciá-las.

Normalmente quando a odontofobia já esta instalada, vem acompanhada de grandes problemas dentais e de autoestima baixa. “Devemos devolver a saúde oral e a felicidade de sorrir a essa pessoa, com tratamentos específicos, auxílio de sedação profunda e terapias”, afirma Luciana.

Tecnologia para espantar o medo

Uma pesquisa da Brunel University de Londres aponta que 30% dos pacientes evitam ou adiam a visita ao dentista por causa do barulho da broca. Para acabar com o problema, um aparelho, parecido com um fone de ouvido, elimina o som da broca e ainda permite que o paciente ouça música e a voz do dentista. A invenção é de uma equipe do King’s College London e das universidades de Brunel e London South Bank.

O aparelho tem um microfone e um chip que analisa a frequência do som da broca. Em seguida, ele produz uma frequência invertida que neutraliza o barulho. Esperamos que a novidade chegue logo por aqui.

via Terra

ago
15

O uso racional de medicamentos na Odontologia

Author Mateus Rodrigues    Category Dicas     Tags ,

O uso indiscriminado de medicamentos em Odontologia é uma realidade. Muitos fármacos são prescritos sem indicação específica, tanto por um hábito cultural de prescrição medicamentosa quanto por desconhecimento dos cirurgiões-dentistas em farmacologia.

Inseridos nesta cultura, os pacientes não aceitam comparecer a uma consulta odontológica ou médica sem receber uma prescrição, por acreditar que não foram diagnosticados de forma correta ou tratados de acordo com esse diagnóstico. Assim, muitos profissionais acabam sendo induzidos pelos pacientes a prescrever desnecessariamente.

É notório que pouca relevância é dada à farmacologia durante a formação do cirurgião-dentista. Se, por um lado, anamnese e exames bem feitos levam a um diagnóstico exato de uma determinada patologia, por outro, tal dado não terá significância alguma sobre a prescrição se o profissional não tiver conhecimento sobre a função, posologia e indicação dos fármacos.

Estudos mostram que as classes de medicamentos mais prescritas pelos cirurgiões-dentistas são os antibióticos, anti-inflamatórios não-esteroidais e analgésicos, em ordem de frequência.

O maior desafio, atualmente, em relação à prescrição indiscriminada de medicamentos na Odontologia é combater o uso equivocado de antimicrobianos. Calcula-se que entre 10 e 50% das prescrições de antimicrobianos ambulatoriais sejam equivocadas, sejam elas por erro de diagnóstico ou erro na escolha do antibiótico. Sabe-se que os antibióticos devem ser prescritos com indicação, seleção e posologia corretas, pois seu uso abusivo tem efeitos adversos, tais como a resistência microbiana.

Esta resistência refere-se às cepas de micro-organismos que conseguem se multiplicar em presença de concentrações de antimicrobianos mais altas do que as ingeridas pelos pacientes.

O uso indevido dessas medicações acaba selecionando bactérias resistentes ao antibiótico, trazendo um problema de proporções elevadas não só para o paciente envolvido, mas também para o meio em que ele é inserido. As taxas de resistência variam de acordo com a dependência do consumo local de antimicrobianos.

O uso apropriado de antimicrobianos significa utilizá-los com indicação correta, dose, tempo ou intervalo e, principalmente, duração total, corretos. É consenso que antimicrobianos sistêmicos só devem ser selecionados caso o paciente apresente sinais e sintomas infecciosos e não apresentando somente edema, vermelhidão e calor local, que são sinais de inflamação. Ou caso o paciente aponte alguma condição que indique o uso de profilaxia antibiótica, de forma a evitar endocardite bacteriana, como exemplo, próteses valvares, endocardite prévia ou cardiopatias congênitas. Outro equívoco que acontece na hora de prescrever, é a seleção de antimicrobianos para infecções de etiologia viral, pois é de conhecimento geral que antibióticos não têm atuação em patógenos de origem viral ou fúngica, apenas bacteriana.

Outra realidade a que estamos inseridos é a automedicação por parte dos pacientes. Visto que as próprias farmácias e indústrias farmacêuticas incentivam esse comportamento por questões, obviamente, financeiras, não podemos controlar o acesso dos pacientes a estas medicações. Cabe a nós informa-los de que, ao se automedicarem, podem gerar gastos sem recompensas e, assumir, muitas vezes, a responsabilidade por uma intoxicação, ou por selecionar drogas sem efetividade para o problema em questão.

No que diz respeito ao nosso papel, como profissionais de saúde e atuantes diretos na modificação dessa realidade, cabe ressaltar a nossa importância nesta mudança de comportamento: não nos deixar inserir num ciclo vicioso que se inicia com pacientes ávidos por uma medicação milagrosa (que resolva todos os sinais e sintomas de maneira rápida, barata e indolor), gerando prescrições equivocadas por parte dos cirurgiões-dentistas que acabam resultando em pacientes multirresistentes.

Tivemos ajuda para modificar esse quadro em 2011, quando a ANVISA decretou que antimicrobianos só devem ser prescritos com receita controlada. Essa medida nos auxilia a focar nossa atenção cada vez mais na necessidade e importância de controlar essas medicações. Caso não haja mudança nesse paradigma, a conta desse problema será paga por nós mesmos, enfrentando casos que seriam de solução simples, mas que começam a apresentar complicações, pois a medicação de escolha não pode ser administrada.

via Odonto Magazine